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Candidatos à presidência do Congresso acenam por mais auxílio

Equipe econômica é contra, mas Bolsonaro, que já reclamou da falta de dinheiro, pode aderir à volta do benefício



23/01/2021 11:26 por O Alto Uruguai

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© Marcello Casal JrAgência Brasil

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O candidato à presidência do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou nesta quinta-feira, 21, que o Congresso deverá negociar com o Ministério da Economia uma saída para a extensão do auxílio emergencial a partir de fevereiro. Os candidatos à presidência da Câmara, Deputados Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP), também já acenaram nesse sentido, ainda que fazendo mais contrapontos em relação à situação fiscal do país.

Os investidores reagiram mal às declarações, pois viram uma indicação de que o Teto dos Gastos poderá não ser respeitado em um futuro próximo. Dessa forma, o risco fiscal aumenta e o real se desvaloriza em relação ao dólar. O mercado espera que Legislativo e Executivo encontrem soluções para estender o auxílio emergencial reduzindo outras despesas e também sem elevar a carga tributária.

Dois projetos sobre o tema foram apresentados na semana passada. Um deles, proposto por senadores ditos independentes, propõe a extensão do decreto de Estado de Calamidade e do auxílio de R$ 300 até março. Outro, de autoria de parlamentares petistas, estabelece a volta dos R$ 600 durante o primeiro semestre de 2021.

Segundo o economista Fabio Astrauskas, do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), 13,7 milhões de pessoas saíram da força de trabalho nos últimos doze meses e se mantiveram à custa do auxílio, que “é pequeno, mas é uma ajuda muito grande para uma camada desesperada e muito pobre da população”.

 

*Com informações de Veja e Canal Rural


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