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Dr. Daniel Tonetto assume como assistente de acusação no caso Rafael

Advogado santa-mariense foi contratado pelo pai do garoto morto em Planalto pela mãe



29/05/2020 17:38 por Redação Portal In Foco RS com informações de Raul Pujol/ SM24h

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Foto: Arquivo Pessoal

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O advogado Daniel Tonetto, santa-mariense com atuação destacada na área da advocacia criminal no Rio Grande do Sul, foi contratado pelo pai do menino Rafael Mateus Winques, morto pela própria mãe Alexandra Dougokenski, 32 anos, no município de Planalto, noroeste do Estado, para atuar como assistente de acusação. O menino, que tinha 11 anos, foi assassinado por asfixia mecânica. A mãe confessou o crime para a Polícia Civil. “É um caso estarrecedor e de uma crueldade inacreditável. Que ao menos a justiça seja feita”, afirmou Tonetto, que nesta sexta-feira estava em Bento Gonçalves, município onde mora Rodrigo Winques, pai do menino encontrado morto na última segunda-feira (25). Winques trabalha com o cultivo de parreiras em Bento.

Formado em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria, Daniel Tonetto,  é professor universitário, palestrante e autor de livros, aos 40 anos, Tonetto está constantemente se aperfeiçoando tanto na área do Direito como em outros aprendizados. Com especialização em Ciências Criminais e mestrado em ressocialização de apenado, fez mestrado e doutorado em Lisboa, Portugal.

Chacina em Pinhal Grande Em 2018,

Tonetto atuou como assistente de acusação contra Ariosto da Rosa, homem que condenado a um total de 128 anos de prisão em regime fechado pela morte de quatro pessoas em Pinhal Grande, município da Quarta Colônia. O indivíduo foi condenado pela morte de Afonso Gonçalves, de 60 anos, Iran Gonçalves dos Santos, de 10 anos, Alex Cardoso Leal, 17 anos, e pelo estupro de Bianca Moraes de Salles, de 16 anos. Os crimes, cometidos em sequência, aconteceram no dia 29 de novembro de 2016.

Morte de jovem em Agudo Em 2015,

Daniel Tonetto atuou como assistente de acusação contra Rogério de Oliveira, à época 45 anos, em Agudo. O indivíduo foi condenado 36 anos e 10 meses de prisão em regime fechado, pelo assassinato de Daniela Ferreira, morta com 19 anos. A jovem desapareceu após sair de uma festa no Clube Centenário, em Agudo, na madrugada de 29 de julho de 2012. O corpo dela nunca foi encontrado.


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